MENSAGEM DO PRESIDENTE

Manuel Pereira Gustavo Ferreira de Ceita

Presidente do Concelho de Administração

A Liberdade, Independência e a Soberania de um País não têm preço, foi, deve ser para todos tidos como princípio e conscientes disso, perceber o quanto também a luta sem armas, foi o consentir de sacrifícios a tal ponto de muitos que trabalharam na ENANA, expuseram as suas próprias vida, para manterem o País indivisível, ligando todas as dezoito províncias que compõem o País, prestando um trabalho de soberania, comunicando-se com as aeronaves, terra-ar-terra, guiando as aeronaves também, gerindo os aeroportos, os aeródromos e pistas remotas espalhados pelo País.
Durante estes anos a ENANA, as suas direcções ao longo dos anos, alocando seus recursos, estabelecendo seus orçamentos, quando possível, delegando seus responsáveis, em todas as Províncias, definindo objectivos, programando o trabalho, equilibrando ou ir ao encontro das exigências dos stakeholders, minimizando os desvios, as boas praticas e tomando decisões, que tornaram possível a sua existência. A ENANA é uma das empresas no País cujo seu trabalho rege-se por normas, regulamentos internacionais e nacionais, permitindo-se ser auditada, homologada e certificada, quer os seus serviços, quer os seus equipamentos e quer as suas infraestruturas.
Durante épocas, a empresa esteve sendo dirigida com paixão e a criatividade dos que abraçaram a causa ENANA, que de forma natural despertavam o melhor que as pessoas podiam dar. Foi nesse frenesim que muitos dos trabalhadores da ENANA foram tidos como heróis, porque nas diferentes missões, espelhavam heroísmo, eram destemidos, viajavam em zonas recônditas e muitas vezes com data de partida, mas sem data de regresso devido a situação de guerra que se viveu. Muitos ou a maioria, lidavam com diferentes passageiros, quase todos os dias, com bastante profissionalismo, demonstrando conhecimentos técnicos e não só, com lisura, educação, civismo, numa actividade de extremo stress, por convergir a sua acção na acção de várias instituições.
A ENANA surgiu em 1980, no dia 13 de Fevereiro, como Empresa Nacional de Exploração de Aeroportos e Navegação Aérea, em substituição da Empresa SAC que em acumulação era o Órgão que regulava a actividade da Navegação Aérea, mas que provinha de uma estrutura colonial e após Independência em 11 de Novembro de 1975, não se concebia nem se adequava aos novos desígnios, de nacionalização das Instituições que eram o espelho de Portugal, potência colonial. Pelos feitos, regozijamo-nos porque o futuro é risonho. Luanda, 04 de Janeiro de 2016

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